quinta-feira, 22 de setembro de 2011

1, 2, 3, testando...

Filha, você sabe que não paro de pensar em você né?
E hoje, navegando em seu blog descobri uma ferramenta para postar o que vem na minha cabeça, por e-mail, direto pro blog.
Não otimiza em nada, e dá quase na mesma, estou logado, enviando um e-mail pra mim mesmo, mas mesmo assim resolvi testar.
Na verdade, é só mais uma desculpa para escrever pra você e te lembrar que eu...
Te amo, filhona!!!!

Papai.
P.S. Se vocês estão lendo é por que o teste deu certo, certo?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Pé, pé de chulé!

Oi filhona!

Hoje você nem dormiu né? A mamãe adorou! rs.
Pois é, 4 da manhã, acordada, fazendo algazarra na nossa cama, um barato, o quarto todo escuro e você lá brincando. Quando eu acendia a luz do celular ao invés de você olhar pra luz, olhava pro papai e sorria.

Nesta hora, não tem sono, nem cansaço, que cena linda filha!


Mas não escrevo por isso hoje não, revirando alguns arquivos no meu computador, encontrei um desenho que fiz logo após um de seus primeiros ultrassons, depois que vimos nele o seu pézinho, na época "já" tinha 3cm.

Grande, não?

Ainda mais comparando com esta chulapa tamanho 18.

Meu pé de chulé!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Parece que foi ontem.

Tá certo, Mi, não são 4 anos ainda, mas a cada dia que te vejo, me surpreendo com seu tamanho, afinal, são 64cm e 6400kg.

Sou coruja mesmo, mas vocês hão de concordar: contra números,
não há argumentos.

E parece mesmo que foi ontem, ao seu lado os dias voam, todo o tempo que passo com você é pouco, filha.
E hoje, dia 14 de setembro, você completa o seu 4º mesversário.

Lembra que lhe falei que enquanto eu viver, sempre irei comemorar os dias 14?


Então hoje não poderia ser diferente!

Com um bolo de brigadeiro, que você por sinal adorou, além da velinha que mais parecia fogos de artifício, comemoramos 4 meses do dia que mudou nossas vidas, do dia do seu aniversário, do dia que ganhamos o maior presente que eu alguém poderia ganhar!


Que sua vida seja sempre regada a alegrias, saúde e festa!

Sempre!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

domingo, 11 de setembro de 2011

Era uma vez.

Filha, ontem quando cheguei da aula, ganhei a missão de fazer você dormir para a mamãe, não, missão não, um presente!

Você já tinha mamado, era só te ninar e pronto, mas tinha que ter uma estória, e então, me lembrei de uma estória de uma anjinha linda que era mais ou menos assim:

Era uma vez uma anjinha que morava lá em cima, em uma nuvem linda, ao lado do Mestre, do Papai do Céu.

E ela ficava lá de cima imaginando quando seria o dia que ela poderia descer e viver sua vida aqui embaixo, assim como ela via lá de sua nuvem de algodão.

Há alguns anos, mais precisamente em 1976, ela acompanhou de sua nuvem o nascimento de um menino e 3 dias depois, de uma menina.

Ela ainda não sabia por que, mas resolveu acompanhar a partir daquele dia como seria a vida destas duas crianças, talvez para aprender um pouco mais sobre como seria quando ela viesse morar aqui, isto se Papai do Céu, deixasse, é claro.

Ela seguia os passos dos dois, sabia que a menina adorava crianças, pois até professora de uma escola infantil ela foi. O menino, como todo garoto, adorava jogar bola na praia, pois passou sua infância lá. Eram estudiosos, a menina, um pouco mais que ele, mas o menino também tinha notas boas e nunca, nenhum deles, deram trabalho para seus pais, cresceram, viraram adultos e começaram a trabalhar, com um “Q”de Eduardo e Mônica, se conheceram, mas em uma agência de publicidade e lá engataram um namoro.

Um tempo depois, aquele menino e aquela menina compraram uma casinha e mesmo sem geladeira, fogão ou máquina de lavar, nem armário para roupa, não esperaram nem mais um dia para irem juntos pra lá.

Foi quando a anjinha pensou: “É lá que quero morar, adorei aquela piscina” – Afinal, de sua nuvem, caia água, mas ela nunca tinha sentido a sensação tão gostosa quanto ela poderia imaginar ao ver as pessoas nadando aqui embaixo, ela estava sempre em cima dela!

Foi quando ela decidiu utilizar suas asinhas e voou até um portão imenso, todo dourado e cheio de anjos, que tocavam flautas, não harpas, flautas, como aquela do Ian Anderson, do Jethro Tull.

Lá morava o Mestre!

Os anjos deixaram a anjinha entrar, já sabiam qual era seu desejo.

Ela com a licença Dele, entrou em um lindo salão, iluminado e tranqüilo, e rodeado com mais anjos musicistas, ela chegou ao lado do Papai do Céu e disse:

“Papai do Céu, escolhi meu papai e minha mamãe na Terra, é lá ó, lá naquela casinha que eu quero morar, o senhor deixa?”

A resposta Dele não foi a que a anjinha esperava.

“Não anjinha, ainda não é a hora, eles tem que merecer ter você com eles lá embaixo, você vai ter que esperar”.

A anjinha entendeu, aceitou o que o Mestre lhe dissera, mas mesmo assim voltou para sua nuvem com algumas lágrimas naqueles lindos olhinhos, que a partir daquele dia, acompanharam ainda mais os passos daqueles dois, torcendo para o dia em que o Papai do Céu, a autorizasse a conhecer a piscina que ela tanto gostou lá de cima.

Alguns anos se passaram, o menino e a menina nem se davam conta que estavam sendo “monitorados” por uma anjinha e que tinha neles dois, um exemplo.

Trabalhavam duro, mas tinham bastante amigos, se divertiram e viajaram muito, conseguiram até realizar dois sonhos, conheceram o Maracanã em dia do jogo do São Paulo contra o Flamengo e viajaram até a Argentina para passear e fazerem compras.

Aproveitaram, de muitão.

Foi aí que o Papai do Céu resolveu chamar a anjinha, afinal, depois daquele dia, ela nunca mais voltou para falar com ele, sabia que tinha que aguardar o momento que Ele já lhe havia pedido.

Dois anjos, daqueles com flautas, foram até a nuvem da anjinha, com um recado do Mestre, que dizia:

“Anjinha, agora você vai poder conhecer o mundo lá embaixo, chegou a hora”.

Sim, e esta hora foi as 14:55, do dia 14 de maio de 2011, enviada do céu, por Deus, chegou em nossas vidas uma anjinha chamada Millena Maria Morelli.

O que será que estes dois fizeram de tão bom nesta vida para merecer uma benção tão grande?


sábado, 10 de setembro de 2011

Família Feliz.

Na onda dos adesivos personalizados...


Até que ficou melhor do que muitos que vemos colados nos carros por aí, não é mesmo?

Eu tenho Bisa, e ela é o maior barato.

Millena, dia 8 de setembro é o dia do aniversário da sua Bisa, em 2011, esta data caiu em uma quinta-feira.
Mais um ótimo motivo pro papai matar aula (já falei que você não vai poder fazer isso hein?
A não ser que avise, a mim ou a mamãe onde você vai estar, nada de sumir da aula sem deixar a gente saber para onde a senhorita foi, hein?) e fazer uma surpresa pra minha vó, ou melhor, sua bisavó.
Não liguei pra ela a tarde toda, deixei-a pensar que tinha esquecido a data.

No final de semana anterior já começamos a preparar a surpresa, com o body que ela lhe deu de presente antes mesmo de saber se você era a Millena ou o Filipi, nós fizemos um book seu e separamos várias fotinhos para colocar em 2 belos porta-retratos que demos de presente pra ela.


E a surpresa deu certo, o papai e a mamãe deixaram você na porta do apartamento dela, sozinha no carrinho, tocamos a campainha e saímos correndo.

E como duas crianças, nos escondemos atrás da porta das escadas para ficarmos olhando, só por uma frestinha, a reação da Bisa quando abrisse a porta.

Ela só viu, você, o carrinho e o presente.

Três crianças, para dar um presente para duas pessoas amadas, seu Biso e sua Bisa!

No final de semana, estamos lá de novo, é o dia oficial da festa, com bolo, parabéns a você além dos tangos e das músicas italianas cantadas pelo titio Vicente.

Parabéns Vó, Parabéns Bisa!

Te amamos!

Amor a Mil!

Desculpe o trocadilho filha, mas era inevitável.

Não vou ousar comparar nenhum tipo de paixão nem o tamanho do amor que sinto por você com nada na vida, até porque nem sei o quanto te amo, é incalculável, imensurável, não dá pra saber,
quando meu neto ou minha neta nascer você vai entender!

Mas depois de vocês (nisto incluo a mamãe, a vovó, o vovô....), vêm também uma grande paixão que tenho: chama-se São Paulo Futebol Clube!

Então hoje, o post é tricolor, filha.

Nesta última quarta-feira, estive no sacrossanto Morumbi, para acompanhar mais uma partida que marcou uma parte da história de nosso time. E taí a prova, até no jornal do dia seguinte eu saí, é, este gordinho, com a camisa preta 01, é seu Pai!

Lembra que te contei a história do Rogério, um goleiro que mais parecia um meia esquerda que joga no gol? É, ele mesmo, Mi, um goleiro que defende como poucos lá atrás, que faz gols (quando lhe escrevo isto, a conta estava nos 103 gols marcados). Que já ganhou sozinho um título mundial pra gente e como goleiro, foi artilheiro do time em uma Libertadores de América, e o mais importante, na campanha do Tri.

Pois é, Mi, e nesta quarta-feira, 7 de setembro de 2011, foi o milésimo jogo deste M1to com o manto tricolor.

Esta é a segunda vez que vou ao Morumbi desde que você nasceu, mas ontem senti algo diferente.

O estádio lotado, diversas famílias, crianças, não tinha como não imaginar você lá comigo e com a Mamãe (não se esqueça que você já estreou no Morumbi, lembra deste capítulo: 6 Meses, Crepes e Morumbi ?). Mas uma cena me chamou muito a atenção e quase chorei ao lembrar (ou melhor, relendo – chorei).

O Morumbi e o ingresso histórico.
A arquibancada cheia, todos inquietos com o jogo difícil (é filha, nosso time é o atual líder do campeonato, mas não gera confiança pra ninguém) e ao meu lado senta-se um senhor e uma menina, ele aparentemente com uns 55 anos, ela, uns 14, 15...O cuidado dele com ela, ao passar o sorveteiro: ”Você quer um sorvete, filha?”.
O abraço e o beijo na hora do gol, me fez pensar em você daqui estes 14, 15 anos, indo ao Morumbi comigo, mas com uma grande diferença: A mamãe vai estar junto, pois adora um joguinho no Morumbi também!

Quarta-feira, 7 de setembro, um dia inesquecível no Morumbi, filha.

Eu estava lá, adorei ver o jogo 1000 do M1to, mas adorei saber que nada me faz mais feliz no mundo do que saber que tenho você na minha vida.

Minha são-paulina!

domingo, 4 de setembro de 2011

Baguete na chapa, com saída requeijão...

Filha, com você no meu colo, prestando atenção em tudo o que acontecia na tela do notebook, vou te contar sobre ontem.


Estreamos nosso tour pelas padocas de sampa, afinal,
tem coisa melhor que um belo café da manhã de padaria, no final de semana?


Pela primeira vez, “Os Três” saíram para ir a algum lugar que não seja a casa de suas avós ou da bisa ou algum churras mais "light", na rua.
Os Três


Ontem tivemos o nosso Breakfest at Tiffany’s.

Não ainda não pegamos avião algum, nem tiramos o seu passaporte, ainda.

Mas já fomos até a Granja Vianna, naquele show de padoca que é a Dona Deôla.



Você e seu café da manhã
 E comemos hein? 


Um buffet servidíssimo, de hotel mesmo, ficamos por lá bem umas duas  horas, comendo, nos curtindo e aproveitando, muito nosso primeiro programa a 3

Veja, até você comeu!


Próxima parada, Padaria Marengo, até lá!!



 Ah, estava esquecendo, a Mamãe gosta muito desta música e pelo título dela, será e já é, nossa trilha sonora para os cafés-da-manhã aos sábados.




Papai, porque o São Paulo só Perde?

Como já deu pra notar aqui no blog, sou um São Paulino fervoroso, desde muito antes de me meter nessa de ser escritor amador. Mas nessas o...